quarta-feira, 17 de março de 2010

PARQUE UNIPRAIAS - BALNEÁRIO CAMBORIU-SC

Olá
Hoje vou postar aqui algumas fotos que tirei no passeio que fiz(emos), eu e minha família querida, ao Parque Unipraias. Um passeio maravilhoso que vale a pena, é muito lindo lá. E dá um medo no bondinho... Mas é show. Quando tiverem oportunidade não percam a chance, pois é maravilhoso. As trilhas lá em cima também e a vista de lá, nem se fala. Simplesmente fantástico...









quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

OS ABOBADOS

O texto a seguir foi escrito por LUIZ CARLOS PRATES e publicado no DC de hoje. Agora que o ano letivo está se iniciando é importante lermos o texto e refletir a respeito...

Todos temos um talento natural, obsequioso se o descobrirmos e a ele dermos atenção. Bah, o talento vai nos retribuir com todas as generosidades de quem é bem nutrido, amado.A conversa está muito boa, vale para todos, mas eu quero mesmo é conversar um pouco com os guris e as gurias que andam por aí perdendo tempo na vida. Perdendo tempo, sim. Essa história de barzinho todas as noites, baladas, encontros na esquina, no point, isso é coisa de abobados.O ano letivo vai começar. E para todos vai começar por igual, ninguém até agora é melhor do que ninguém. Todos estão diante das mesmas oportunidades, todos na mesma linha de largada... Mas poucos vão chegar bem ao fim do ano letivo.Os otários vão pegar leve, vão começar o ano na moleza, vão deixar para mais tarde, para quando as provas ficarem mais próximas, a velha conversa dos preguiçosos, dos debochados do dinheiro dos pais.Há pouco, eu estava lendo sobre a vida de jovens brasileiros que ganharam medalha de ouro nos concursos anuais de matemática promovidos pelo MEC. Olhe só o que disse um medalhista de ouro, o Marco Antônio, 18 anos, de São Paulo: “Eu tinha vergonha de dizer que estudava. O pessoal tirava sarro...”Leste bem, guri? Leste, guria? Tem cabimento um jovem estudante ter vergonha de dizer aos outros que estuda e que por isso tira boas notas? No reinado dos vadios do mundo de hoje, faz sentido...Além disso, quem tirava sarro? Ora bolas, os vagabundos, os lixos da vida. No fundo, o sarro que eles tiram é pura inveja. Mas são burros, muito burros, eles também podem se dar bem nos estudos e empinar o nariz na elevada autoestima dos que cumprem com o dever. É muito bom ser invejado por competência.Então, estou te avisando, guria. E a ti também, guri, o ano letivo vai começar, não tem desculpa, todos estão no zero a zero. Depois, no fim do ano, não venha com desculpas de que não deu, de que o professor era chato, não gostava de ti... tudo conversa de vadio. Certo?No fim do ano voltamos a conversar. Brios e muito estudo. Bom ano!-->
Os abobados
Todos podemos ser mais do que somos. Na verdade, somos uns pífios, uns arremedos do que podemos ser. Podemos ter uma vida afetiva bem melhor, ter mais dinheiro no bolso, mais saúde, mais liberdade, mais tudo, tudo. Basta querer, basta ter consciência de que nascemos com uma esplêndida possibilidade.Todos temos um talento natural, obsequioso se o descobrirmos e a ele dermos atenção. Bah, o talento vai nos retribuir com todas as generosidades de quem é bem nutrido, amado.A conversa está muito boa, vale para todos, mas eu quero mesmo é conversar um pouco com os guris e as gurias que andam por aí perdendo tempo na vida. Perdendo tempo, sim. Essa história de barzinho todas as noites, baladas, encontros na esquina, no point, isso é coisa de abobados.O ano letivo vai começar. E para todos vai começar por igual, ninguém até agora é melhor do que ninguém. Todos estão diante das mesmas oportunidades, todos na mesma linha de largada... Mas poucos vão chegar bem ao fim do ano letivo.Os otários vão pegar leve, vão começar o ano na moleza, vão deixar para mais tarde, para quando as provas ficarem mais próximas, a velha conversa dos preguiçosos, dos debochados do dinheiro dos pais.Há pouco, eu estava lendo sobre a vida de jovens brasileiros que ganharam medalha de ouro nos concursos anuais de matemática promovidos pelo MEC. Olhe só o que disse um medalhista de ouro, o Marco Antônio, 18 anos, de São Paulo: “Eu tinha vergonha de dizer que estudava. O pessoal tirava sarro...”Leste bem, guri? Leste, guria? Tem cabimento um jovem estudante ter vergonha de dizer aos outros que estuda e que por isso tira boas notas? No reinado dos vadios do mundo de hoje, faz sentido...Além disso, quem tirava sarro? Ora bolas, os vagabundos, os lixos da vida. No fundo, o sarro que eles tiram é pura inveja. Mas são burros, muito burros, eles também podem se dar bem nos estudos e empinar o nariz na elevada autoestima dos que cumprem com o dever. É muito bom ser invejado por competência.Então, estou te avisando, guria. E a ti também, guri, o ano letivo vai começar, não tem desculpa, todos estão no zero a zero. Depois, no fim do ano, não venha com desculpas de que não deu, de que o professor era chato, não gostava de ti... tudo conversa de vadio. Certo?No fim do ano voltamos a conversar. Brios e muito estudo. Bom ano!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

VIOLÊNCIA

Violência? O que fazer? O texto a seguir nos faz refletir sobre o assunto...
(Texto enviado e escrito pela minha amiga Cleide)

Maria da Penha levou um tiro do marido, ficou paraplégica (sim, o machón atirou pelas costas) e fez do seu destino uma bandeira, chamando - na marra - a atenção do país inteiro para sua luta por justiça e amparo às vítimas de violência doméstica. Seu nome virou lei, rigorosa, e desde sua implantação, o número de denúncias só vem aumentando. Também graças a Maria, a tortura física e psicológica pela qual tantas e tantas mulheres se submetem, todos os dias, em todos os lugares e em todas as classes sociais, saiu das quatro paredes do ‘lar, doce lar’ e foi parar na tevê. O que é ótimo, dado que a maioria das pessoas gosta muito é de disfarçar, fingir que não viu, olhar para o outro lado, cantarolar uma musiquinha. Mesmo assim a violência continua, muitas vezes embaixo de nossas fuças, e é bom que todo mundo fique sabendo pois, mais do que um problema da vítima, este é um problema de toda a sociedade.
- Por quê?
Porque calar é consentir, amiguinho. Que uma coisa fique bem clara: é preciso SIM meter a colher em briga de marido e mulher, se esta briga incluir socos, humilhações, tentativas de assassinato, ameaças.
- Eu não tenho nada a ver com isso.
Claro que não. Ninguém nunca tem nada a ver com nada, não é mesmo? Agora, aposto dez pila que para fazer fofoca dos sopapos que a vizinha leva você está na roda.

- Não que eu queira me meter, mas eu acho...
Não ache! Faça alguma coisa. Interfira. Denuncie, anonimamente se preferir. Mas peloamordedeus, não fique aí parado! E apesar disso tudo me parecer tão óbvio, não! Todo mundo se constrange, se retrai, sai de fininho, aumenta o volume da televisão quando começa a pancadaria no andar de cima. Acontece, meu filho, que o casal em questão não vai se resolver sozinho. Não pense que um dia isso vai simplesmente terminar, que num passe de mágica eles colocarão a mão na consciência e perceberão o inferno que criaram para viver. Não vai acontecer. Porque o sujeito que bate não vale nada, e não importa o que você diga ao malandro, ele não vai se comover. Estes discursos quem ama não bate não colam, gente! Soam bonitinhos, mas ninguém dá bola, ninguém deixa de ser violento e covarde por causa disso. As campanhas deveriam ser voltadas para promover a denúncia anônima, e não pedir pra vítima (a pobre infeliz e atormentada vítima) denunciar. A vítima está borrada de medo, oras bolas! Ela está sendo ameaçada, humilhada, espancada, ela não vai denunciar coisíssima nenhuma. E, se fizer, muito possivelmente vai se arrepender meia hora depois e retirar a queixa. Não teve uma infeliz que denunciou o marido, ele foi preso e dois dias depois ela vendeu a geladeira para pagar sua fiança?Sim, aconteceu. E antes de dizer que ela é uma ‘idiota’, ‘cretina que tem mais é que apanhar’, saiba que estás redondamente enganado. Ela é uma coitada, que está tão envolvida e massacrada pela situação que é incapaz de enxergar um palmo na frente do seu nariz. Se outras pessoas não meterem o bedelho, tem chance de a coisa ir muito além de alguns chutes e palavrões. E você aí, mascando um chiclete. Francamente!
- Mas e o que eu posso fazer para ajudar?
Vejam este exemplo genial: no Córrego do Euclides, zona norte do Recife, um grupo de mulheres criou a ONG Cidadania Feminina, que busca chamar a atenção para a violência contra a mulher fazendo barulho - literalmente. Para quem não sabe, Pernambuco é um dos estados com maior taxa de assassinatos de mulheres no Brasil. De primeiro de janeiro até o dia 9 de março de 2009, 285 mulheres foram assassinadas no estado. Setenta por cento pelo marido ou companheiro. O que fizeram estas mulheres? Se reuniram para contar suas histórias e munir-se com apitos.- Munir-se com apitos?
Exato. Um singelo brinquedinho de criança virou arma contra a violência doméstica e assim surgiu o projeto Apitaço - Mulheres enfrentando a Violência. Toda vez que presenciam uma cena de agressão, elas soam o apito, que anda sempre no bolso, e logo outra começa a apitar, e outra, e outra. O objetivo é causar. E está dando certo. O número de assassinatos na região caiu consideravelmente de 2004 para cá. O que essas mulheres porretas estão fazendo é meter a colher em briga de marido em mulher. Porque é necessário, é uma das únicas saídas. Com um apito ou de qualquer outra maneira, o que não podemos fazer é fingir que não é com a gente.
Ouvi alguém dizer que a solução para os casos de violência contra a mulher seria colocar, nas principais cidades brasileiras, um painel eletrônico que mostrasse, quadro a quadro, a foto de cada um de seus conterrâneos canalhas que já foram denunciados por violência doméstica. Suas fotos, nomes e RGs, bem grandes, no meio da praça central, para todo mundo ver, nem que a contragosto.Seria demais. No entanto, como por hora isso é impossível, nos contentemos com nossos gritos, e apitos, e telefones. Com as armas que temos em mãos. Porque é um problema social, dos mais lamentáveis, e não serei eu a permanecer calada, consentindo com o que não poderia ser consentido jamais.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

CONCLUSÃO: JORNADA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

"O principal objetivo da educação é criar homens capazes de fazer novas
coisas, não simplesmente de repetir o que outras gerações fizeram
homens criativos, inventivos e descobridores.
O segundo objetivo da educação é formar mentes que possam ser críticas,
possam verificar e não aceitar o que lhes é oferecido.
O maior perigo, hoje, é o dos slogans, opiniões coletivas, tendências de
pensamento ready made.
Temos que estar aptos a resistir individualmente, a criticar, a distinguir
entre o que está provado e o que não está.
Portanto, precisamos de discípulos ativos, que aprendam cedo
a encontrar as coisas por si mesmos, em parte por sua atividade
espontâneae, em parte, pelo material que preparamos para eles;
que aprendam cedo a dizer o que é verificável e o que é
simplesmente a primeira ideia que lhes veio."
Piaget

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

OFICINA: MÍDIAS E OBJETOS DE APRENDIZAGEM COMO RECURSOS PEDAGÓGICOS EM SALA DE AULA (Prof. Ana Paula Carneiro)

As mídias estão inseridas no nosso cotidiano e precisamos conhecê-las. Ignorar não é o caminho, pois as crianças de hoje são nativas nesse mundo inovador e de informação rápida. É preciso conhecer, aprender, para poder usá-las na prática escolar. Precisamos deixar o medo de lado, e usar da melhor maneira possível tornando as mídias objetos de aprendizagem e um recurso pedagógico a mais.
Vale a pena assistir o vídeo "Quem mexeu no meu queijo" e refletir. Ficar esperando que o queijo velho volte, ou partir para a busca do queijo novo? Ou seja, ficar esperando que as coisas voltem a ser como alguns anos atrás (sem internet, sem celular...) ou aceitar e saber usar tudo isso, tornando-os úteis em nosso cotidiano.



AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR FOCADO NAS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (Prof Dalva Angelina Steil da Silva)


Avaliar - ação feita constantemente em nossa vida. Avaliamos tudo e todos, sempre. E na escola, como avaliamos nosso alunos? O que avaliamos? Para que avaliamos?

Bom a avaliação escolar precisa ser bem elaborada e bem definida, pois avaliar implica: constatar a realidade, qualificar a realidade e é uma tomada de decisão.

A educação focada em competências leva em conta as habilidades, as atitudes e as emoções. E assim não se pode ignorar os pilares da educação na sociedade do conhecimento (UNESCO):



  • Aprender a conhecer

  • Aprender a fazer

  • Aprender a conviver

  • Aprender a ser

Só a partir de uma avaliação bem realizada que se constatam as dificuldades e os rendimentos de nossos alunos e para isso precisamos ter a avaliação bem definida sempre.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

OFICINA: O ERRO COMO POSSIBILIDADE DE APRENDIZAGEM (Prof Denise Rosa medeiros)


Somos seres humanos, erramos. Adultos erram, profissionais erram e crianças também erram (acho melhor 'não acertam'). Errar faz parte da vida humana. Na escola isso não é diferente. Não acertar faz parte do nosso cotidiano, Mas na escola, como considerar o erro? O que significa erro no processo de aprendizagem? O erro no processo de aprendizagem pode se tornar 'castigo' ou 'punição'? Por quais formas? Quais as possíveis causas do erro? O que fazer para que o erro transforme-se em aprendizagem?
Bom, estas são questões muito pertinentes à prática escolar. O que fazer com os erros dos nossos alunos? Vale ressaltar que o erro não pode ter uma perspectiva penalizadora, nem de ameaça, de constrangimento, nem de castigo. Mas sim ter o erro como uma possibilidade de aprendizagem e para isso é preciso acompanhar, coordenar, problematizar, questionar, reconstruir e retomar o processo com o aluno, enfatizar os acertos, estimular a auto-superação... estes e muitos outros são os caminhos para fazer com que o erro transforme-se em aprendizagem.
Na sala de aula, para que o processo de ensino-aprendizagem tenha qualidade, uma forma é instalar clima de confiança, de possibilidades, desafios, superação. Só assim pode-se transormar o erro em aprendizagem.

OFICINA: CONSELHO DE CLASSE- QUE ESPAÇO É ESSE?


Conselho de Classe é uma reunião onde supervisores, orientadores, professores e alunos discutem acerca da aprendizagem, seus desempenhos e avaliações. No Conselho de Classe, mais do que saber se o aluno será aprovado ou não, objetiva-se encontrar os pontos de dificuldade tanto do aluno quanto da própria instituição de ensino na figura de seus professores e organização escolar. Desta forma, busca-se a reformulação nas práticas escolares a partir das reflexões realizadas na discussão em conselho de classe.
Conselho de classe: momento de reflexão sobre o processo de aprendizagem através de uma análise e avaliação.

Conselho de Classe é uma reunião avaliativa em que diversos especialistas envolvidos no processo ensino-aprendizagem discutem acerca da aprendizagem dos alunos, o desempenho dos docentes, os resultados das estratégias de ensino empregadas, a adequação da organização curricular e outros aspectos referentes a esse processo, a fim de avaliá-lo coletivamente, mediante diversos pontos de vista.
Acima temos algumas definições acerca do que é o Conselho de Classe (ou de como deveria ser). De acordo com as definições, precisamos reavaliá-lo? Precisamos fazer algumas mudanças? O que está bom? O que pode/precisa ser melhorado?
Bom, estes são alguns questionamentos. Outros mais podem e devem ser feitos. Cabe a cada educador, a cada pessoa envolvida com Educação refletir sobre o assunto e fazer as mudanças necessárias. Só assim teremos um ensino de qualidade.
Mais informações sobre Conselho de Classe, seus objetivos, suas vantagens, sua organização acesse os links abaixo:

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

JORNADA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - DESAFIOS DO EDUCADOR PARA O SÉCULO XXI

OFICINA: TRABALHANDO COM PROJETOS NA PRÁTICA (Prof Janice)
Projeto é uma atividade organizada para suprir uma necessidade. Projeto precisa estar bem definido. Meta - objetivo - ação.
Como profissionais da educação, quando pensamos numa sala de aula, buscamos logo as soluções que sejam mais interessantes e viáveis para que os alunos tenham interesse e participação quanto aos conteúdos abordados.

O que podemos fazer é planejar e ornanizar projetos de acordo com o interesse da turma, ou para suprir uma necessidade apresentada por ela. Trabalhar de forma interdisciplinar onde uma disciplina se agrega à outra tecendo uma teia de conhecimento em torno do tema estudado. Assim, numa aula de Ciências pode-se fazer um experimento e após solicitar que os alunos façam uma produção de texto, avaliando-os em português.

A proposta de se trabalhar com projetos é justamente a de proporcionar um ambiente favorável ao saber. Por isso propomos que os temas sejam escolhidos juntamente com os alunos, para que esses sintam-se valorizados em suas opiniões e que tenham prazer em estudar e pesquisar aquilo que “querem” e, principalmente, percebam que a sala de aula não é o lugar onde deve-se engolir os conteúdos passados pelos professores, mas um espaço aberto de trocas de conhecimento.

É importante que o professor promova espaços para pesquisas, discussões em grupo, montagem de painéis referente aos temas, maquetes, enfim, tudo aquilo que se tornar centro de interesse dos alunos, podendo aprofundar o estudo e o conhecimento a cada dia. E que esses materiais sejam acumulados podendo ser expostos em uma feira ou mostra científico-cultural.

Com certeza, com essa abertura, o sucesso acontecerá, pois um grupo ativo, motivado e envolvido produz muito mais do que os acostumados à passividade.

E para saber um pouco mais sobre o assunto acesse o link: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/perguntas-geram-projetos-questionamentos-planejamento-avaliacao-inicial-diagnostico-sondagem-matematica-529022.shtml . Artigo de Luis Carlos de Menezes com o tema "As perguntas que geram projetos", publicado na revista nova Escola da Editora Abril do mês de fevereiro. Vale a pena ler.

CONFERÊNCIA COM Prof. Dr. MARIO SERGIO CORTELLA

MARIO SERGIO CORTELLA
é um filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde também é professor-titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da pós-graduação em Educação. Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992) e é autor, entre outros livros, de A Escola e o Conhecimento, Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille, Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas e Não Nascemos Prontos!. Fez o programa "Diálogos Impertinentes" na TV PUC, no Canal Universitário. Participou de vários programas televisivos, como Jô, Faustão, entre outros.



O município de Taió teve nesta manhã de 03 de fevereiro de 2010 a honra de receber o Professor Doutor Mario Sergio Cortella.
Cortella presidiu a Conferência com o tema Desafios do Educador para o século XXI, realizada no Clube de Caça e Tiro de Taió. Ministrou a Conferência para professores, diretores, motoristas, agentes de serviços, enfim, às pessoas ligadas à educação. A Conferência deu início à Jornada Municipal de Educação que terá continuidade nos dias 04 e 05 na Escola Prefeita Erna Heidrich.
Cortella nos fez refletir e pensar um pouco das mudanças ocorridas na sociedade nos últimos anos. A era informatizada e da informação, onde tudo é rápido, prático e instantâneo. E frizou que os alunos estão inseridos nessa era e que faz-se extremamente necessário que nós professores estejamos atualizados. Outro ponto importante é que devemos fazer sempre o melhor e não o que se pode fazer. A educação tem o poder da transformação.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

NOVAS "PRACAS"

NOVAS "PRACAS" - Vamos cuidar da nossa Língua... Com leitura, estudo isto não aconteceria... (Imagens enviadas pela querida amiga Edy de Salete)









segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Estado Civil: FELIZ

Esse texto a seguir nos faz parar e pensar um pouco... Refletir sobre nossa vida, sobre nós mesmos... Leia e responda: Qual é o seu estado civil? É feliz????
(Texto enviado pela minha querida amiga Adriana de Vidal Ramos)


Estado Civil: FELIZ
A Felicidade que sentimos não é diretamente proporcional a conseguirmos ou não ter e manter um relacionamento amoroso seja ele qual for: peguete, amizade colorida, namoro ou até casamento. No entanto, inconscientemente e até por pressão social nós acreditamos que para sermos felizes a condição é "ter um alguém".E em nome de um "Amor" saímos numa busca louca e desesperada nos envolvendo em toda sorte de situações e com pessoas que na maioria das vezes não temos nenhuma afinidade, nos levando ao sofrimento, tristeza e carência. Quando entramos neste ciclo perigoso "da falta de nós mesmos" viramos presas fáceis para o engano, a fuga e a ilusão.Existem pessoas que não conseguem ficar nem um dia sozinhas, vivem de namoro em namoro, de casamento em casamento, de pegação em pegação, emendam um relacionamento no outro na tentativa de curar o vazio, a solidão. Estão sempre a procura de alguém para suprir todas as suas necessidades, resolver seus problemas e proporcionar a tão sonhada felicidade. Estão sempre querendo se apoiar no outro. Não se amam, não se curtem, não se conhecem. Não conseguem enfrentar seus desafios, amadurecer e crescer. Outras entram ou sustentam anos em um casamento ou namoro em nome de um amor que não existe mais, ou que nunca existiu. Entregam-se a rotina, a violência física, a tortura emocional, a grosseria, a depreciação, as ofensas, as vinganças e as traições. Vivem de aparências e num verdadeiro inferno dentro de suas próprias famílias. Vão seguindo vida se entulhando de problemas e doenças, mergulhando no desrespeito mútuo, e destruindo-se a cada dia, desistem de viver. São pessoas acomodadas e escravas do destino que escolheram.Onde vivem numa situação em que não existe razão para seguir em frente, muito menos a emoção.Seguindo nesta viagem em busca das maravilhas do Amor, também encontramos os céticos que não acreditam mais em ninguém, fazem tudo para não se envolver por medo de sofrer novamente. Apenas gostam até certo limite. Trocam de amor, como trocam de roupa. Cultivam o amor a desilusão. Sustentam sua decepção por anos. Já os românticos vivem se apaixonando,amam demais e se entregam tanto ao outro que se anulam. Criam em suas mentes deuses e deusas. Esperam e idealizam demais: a mágoa e a decepção são sentimentos constantes.Tudo isto em nome do "AMOR"? Ou será para manter o STATUS? Ou será para fugir de você? Você é feliz? Você se conhece? Há quanto tempo você não se dedica a você? Há quanto tempo você não faz nada do que realmente gosta? Você está tentando mudar sua vida? Ou somente o medo da mudança te impede de tentar uma nova vida? Estar sozinho não é o problema, não ser feliz com você, com sua vida é que é! Nós somos capazes de superar os desafios, aprender e caminhar com nossas próprias pernas. Todos os dias a nossa missão é de procurar mais felicidade e prazer. Nascemos sozinhos, estamos sozinhos o tempo todo. Quando sofremos ou quanto sentimos alegria estamos a sós com o nosso pensamento, coração e alma. Os amigos, a família e os amores são flores na nossa estrada, são o conforto e o carinho que precisamos para nos dar coragem e alimentar nossa fé. Mas o trabalho, a todo tempo, é somente nosso. É você com você! Por isso ficar do nosso lado com carinho e paciência é um compromisso. Ser feliz só depende única e exclusivamente de você, não depende de ninguém e de nada externo a você, muito menos de um estado civil.Todos queremos companhia, todos desejamos o amor. Mas amar é COMPARTILHAR e não SE APOIAR,é CONVIVER e não DEPENDER, é GOSTAR e não se ESCRAVIZAR , é caminhar lado a lado com companheirismo, alegria e prazer, é partilhar seu verdadeiro ser. AME-SE, RESPEITE-SE E SEJA FELIZ! Um amor... É conseqüência!

sábado, 30 de janeiro de 2010

BULLYING NA ESCOLA

Mais um ano letivo logo se inicia. Crianças e jovens alegres na volta às aulas. Mas será? Será que seu filho, sua filha estão felizes? E se não, quais os motivos pela falta de motivação e vontade para o retorno às aulas? Precisamos estar atentos a tudo, aos amigos, aos comportamentos, e saber identificar quando algo está errado. Será que é o BULLYING? Bom, o texto abaixo dá uma boa explicação para isso.


BULLYING NA ESCOLA
A palavra pode ser estranha, desconhecida, mas a sua prática não está distante da realidade de muitas crianças nas escolas. O Bullying é toda agressão física ou verbal que se repete constantemente e que tem intenção de machucar outra pessoa. Os estudantes estão cada vez mais rebeldes, agressivos uns com os outros devido às transformações sociais a que estão expostos, e principalmente à realidade familiar em que estão inseridos.
De acordo com Carina Rabelo (2008) a palavra bullying se refere às agressões e humilhações [...]. São xingamentos, ofensas, constrangimentos ou agressões físicas que geram angústia, sofrimento e podem causar danos psicológicos imensuráveis nas vítimas.
A prática do bullying muitas vezes é ignorada pelos professores, diretores e até mesmo pelos pais das vítimas. Muitos alunos são ameaçados e com medo das conseqüências se fecham e ainda pagam para não serem humilhados/agredidos ainda mais. Os pais precisam conhecer e saber o que fazer quando seu filho está sendo vítima. Vale ressaltar da importância dos pais participarem da vida escolar dos filhos. Se os pais dão suporte, monitoram atitudes e comportamentos, estabelecendo limites saberão quando seu filho está sofrendo ameaças ou agressões.
As crianças precisam ser instruídas a contar sobre as agressões que veem ou que sofrem. Os professores juntamente com diretores, orientadores e pais precisam orientar os alunos a denunciarem e se foram vítimas para que contem. Pois, segundo Rabelo além da escola, que, como prestadora de serviço, tem o dever de zelar pela integridade física e psicológica dos alunos, o pai do agressor também pode ser punido, mesmo que não tenha conhecimento dos atos do filho.
Os pais precisam estar presentes na vida escolar dos filhos para lutarem contra esse mal que prejudica o desenvolvimento e a formação pessoal das crianças. E com certeza se os próprios filhos são os praticantes do bullying que tomem providências para mudar as atitudes dos filhos. Somente pais e professores caminhando juntos é que poderá haver mudanças significativas na realidade das crianças, pois se isto não acontecer, esse comprometimento de ambos, um acabará culpando o outro e medidas necessárias deixarão de ser tomadas.
“Não há coisa mais linda, mais poética, do que pais serem grandes amigos dos seus filhos”. (CURY, 2003, p. 45).
Quando na relação familiar os pais são verdadeiros amigos de seus filhos há maior possibilidade de perceber quando alguma coisa não está certa com eles. Mudanças no comportamento, na aprendizagem escolar, demonstrando rebeldia, desinteresse pela escola, falta de vontade de realizar as tarefas são sinônimos de que algo de incomum está acontecendo na vida das crianças.
“Os comportamentos inadequados muitas vezes são clamores que imploram a presença, o carinho e a atenção dos pais”. (CURY, 2003, p. 43,44).
Muitas vezes os conflitos apresentados pelas crianças são à busca de alguma coisa que naquele momento está faltando, e pode ser carinho e atenção da família. Demonstrar interesse e participação na vida escolar dos filhos é o remédio para amenizar a prática do bullying na escola.
(By Vânia)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AS MINAS DE PRATA

A seguir temos uma resenha do livro As minas de Prata de José de Alencar. Um livro muito legal e que vale a pena ler. Nos mostra um pouco da Literatura Brasileira

AS MINAS DE PRATA – José de Alencar




As Minas de Prata, de José de Alencar, em sua versão completa, foi publicada em seis volumes, no ano de 1862. No entanto, hoje a extensa obra encontra-se em uma edição condensada, com uma única edição, publicada pela editora Ática em 2001. A obra está dividida em 51 capítulos nas 272 páginas apresentadas.
ALENCAR, José Martiniano de. nasceu no Ceará em 1829 e em apenas 48 anos de vida, além de escritor, foi jornalista, advogado e deputado. Sendo principal escritor do Romantismo brasileiro, Alencar escreveu romances indianistas, históricos, regionalistas e urbanos, além de crônicas, críticas e peças teatrais.Uma de suas importantes obras é o romance histórico, As Minas de Prata, de 1862.
Inicialmente, As Minas de Prata tinha como subtítulo “Continuação do Guarani”, pois Alencar pretendia dar continuidade a O Guarani. Mesmo encontrando alguns fios unindo as duas obras, como a ambição despertada pela busca do roteiro das minas de prata e alguns personagens, com o rumo que tomou o romance o autor acabou cortando o subtítulo que sugeria a ligação. O que era apenas um tema secundário em O Guarani, passou a ser um dos temas centrais do romance As Minas de Prata: a luta pela posse do roteiro das minas de prata de Robério Dias.
As Minas de Prata faz uma revisão do passado colonial brasileiro, numa época em que o Brasil ainda era colônia de Portugal e não existia como nação unida e independente. Vivia sob constantes ameaças holandesas, espanholas e da Companhia de Jesus, devido à fortuna prometida pelas lendárias minas de prata. A história situa-se ora na Bahia, ora no Rio de Janeiro, onde Estácio, filho de Robério Dias, para resgatar o roteiro das minas deixado pelo pai, enfrenta as mais aventureiras batalhas. Estácio, em sua luta por realizar seu amor por Inês ou Inesita é tido como herói, pois a luta para realização desse amor passa por fortes impedimentos, principalmente familiar e também pela luta contra todas as ameaças ao Brasil, sendo caracterizado também como herói nacionalista.
As Minas de Prata tem passagens interessantíssimas onde Alencar: descreve numa panorâmica a cidade e Salvador; reconstitui cerimônias religiosas e flagra cenas de namoro e troca de olhares; a cavalhada, uma festa tradicional da época do romance, quase tida como torneio medieval; o convento jesuítico, com seus salões, bibliotecas e labirintos; a cena de teor erótico, em que o pai de Raquel a entrega para a posse pelo irmão de Inês, José de Aguilar.
Estácio tinha como grandes companheiros, índios, pajens, Cristóvão, Vaz Caminha e João Fogaça, conhecido como capitão-do-mato, por refugiar-se na mata e ser conhecedor e amigo de tribos e índios. No entanto, a figura de Gusmão de Molina destaca-se pelas grandes transformações durante a obra, sendo inimigo de Estácio.
O amor no romance é tido como algo sagrado, idealizado e sempre marcado pelo sofrimento. Entre uma infinidade de promessas e buscas amorosas, algumas das aventuras amorosas terminam no tão sonhado final feliz, outras, porém, marcada pela angústia, desilusão, pessimismo, frustração e até morte.
O livro As Minas de Prata oferece ao leitor brasileiro a oportunidade de conhecer o romance de José de Alencar que focaliza o passado histórico do Brasil. Além de trazer fatos históricos verdadeiros do passado colonial, traz aspectos lendários e também ficção e imaginação do autor. Assim ao lê-lo deve-se ter cuidado, pois eles não estão claramente determinados. No entanto é essa distinção que faz o leitor relembrar e até buscar os fatos históricos do passado.
Na obra o leitor encontrará e identificará características marcantes do Romantismo Brasileiro. De um autor que é, ao mesmo tempo, idealista, historiador, detalhista, nota-se os ideais amorosos, que oscilam entre bons e maus momentos; percebe-se uma historiografia romântica, onde há procura no passada para as explicações do presente; e revela detalhes, mas nada em exagero.
Em As Minas de Prata o leitor está diante de variados fatos históricos e por isso não pode ser apreendido imediatamente, mas com alguns conhecimentos prévios da história do passado do Brasil. Além de ser uma obra com grande importância à Literatura, é um bom meio para o estudo da História do Brasil.
O livro As Minas de Prata, apesar de ser uma edição condensada, reduzida em extensão, conserva a redação original do autor. Na obra encontra-se significado de algumas palavras, importantes curiosidades e informações sobre a obra e também uma extensa biografia do autor, José de Alencar, sendo que são valiosas indicações de leitura suplementar presente no livro. Indicações estas a todas as pessoas interessadas em conhecer um pouco do Romantismo e da Literatura Brasileira.
(Resenha escrita por Vânia em 2006)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ILUSÕES DE ÓTICA

Você já recebeu e-mail ou já viu em algum lugar figuras que causam ilusão de ótica? Pois é, o vídeo a seguir nos desvenda alguns segredos das ilusões de ótica e de um dos nossos gigantescos sentidos: a visão. Vale a pena assistir e descobrir grandes façanhas...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

EXERCÍCIOS PARA CÉREBROS ENFERRUJADOS

Que tal dar uma esquentada no cérebro? Ainda mais depois das férias... Faz bem para a saúde...



EXERCÍCIOS PARA CÉREBROS ENFERRUJADOS

De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Consegues encontrar 2 letras B abaixo? Não desistas...
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

Uma vez que encontrares os B
Encontra o 1
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIII1IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

Uma vez o 1 encontrado.
Encontra o 6

9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
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9999999999999999999999999999999999
9999699999999999999999999999999999
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9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999


Uma vez o 6 encontrado ........
Encontra o N (É díficil!)

MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMNMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM

Uma vez o N encontrado...
Encontra o Q..

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOQOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

domingo, 24 de janeiro de 2010

DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM

Vivemos na era da inclusão, onde todos têm o direito de ir à escola e aprender, independente das necessidades que apresentam. Para que a aprendizagem seja bem sucedida é importante, tanto para educadores quanto para pais, conhecer e até mesmo saber identificar possíveis distúrbios de aprendizagem. Um dos distúrbios mais comuns é o distúrbio de leitura ou dislexia, este apresentado no texto a seguir. (Vale a pena ler para entender melhor)



DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: SUPERAÇÃO E APOIO

O ser humano durante toda a sua vida está em constante aprendizagem. Já a partir do nascimento a criança começa a aprender a superar limites, dificuldades e também aprende a comunicar-se. A comunicação acontece aos poucos e a criança aprende imitando as pessoas que estão ao seu redor.
Ao ingressar na vida escolar a criança é posta a provações e seu aprendizado e desempenho são avaliados constantemente. À medida que essas avaliações são feitas, são analisados seus rendimentos, seus progressos e quando estes se encontram inferiores ao considerado satisfatório começam a surgir evidências de dificuldades e ela passa a ser vista pelos profissionais como uma criança portadora de algum distúrbio de aprendizagem.
Os distúrbios de aprendizagem variam de acordo com o grau de dificuldade apresentada pela criança, mas o mais comum é considerado o distúrbio de leitura. A grande maioria das crianças que são rotuladas como portadoras de distúrbio de aprendizagem são designadas porque não conseguem aprender a ler.
A criança durante toda a sua infância na sua vida escolar passa pelo mesmo processo educativo que outras crianças, mas no decorrer de seu desenvolvimento não obtêm bons resultados e apresenta muitas dificuldades. Quando não há satisfação do desempenho e das aptidões pode-se considerar que a criança tem deficiência de leitura ou dislexia.
A dislexia pode ser caracterizada como um transtorno que se manifesta pela dificuldade em aprender a ler, apesar de ter a mesma instrução e oportunidades socioculturais. Além da inabilidade e da capacidade imperfeita para ouvir, falar, ler, escrever, pensar, a criança apresenta falta de concentração e inquietação, na maioria das vezes devido ao pouco interesse que apresenta pelo aprendizado. Porém a causa mais aceita é que a dislexia é uma condição genética. O que não se pode generalizar, quando se fala que a criança tem problemas de aprendizagem, são os problemas oriundos de deficiências visuais, auditivas, motoras, perturbação emocional ou de desvantagens ambientais, culturais e econômicas.
A dislexia está presente nas escolas e muito mais do que se imagina. Por isso deve ser diagnosticado o mais rápido possível por uma equipe multidisciplinar para que se inicie o tratamento evitando assim que a criança passe por situações constrangedoras. Além disso, não há motivo para envergonhar-se, pois há casos de pessoas bem sucedidas que sofrem com dislexia, mas nem por isso ela pode ser ignorada.
Na dislexia existem ao todo cinco diferentes categorias que vão desde a dificuldade em escrever (disgrafia), dificuldade com a linguagem matemática (discalculia), dificuldades de concentração (déficit de atenção), até baixa ou excessiva atividade psicomotora (hiporatividade e hiperatividade, respectivamente).
A criança disléxica pode apresentar diferentes sinais que podem ser diagnosticados já na primeira parte da infância como atraso no desenvolvimento psicomotor e no desenvolvimento da fala, inquietação, agitação. A partir dos sete anos quando a criança ingressa na escola outros sinais podem ser percebidos como lentidão na realização das atividades, problemas na leitura, escrita, soletração, mudanças bruscas no humor, dentre outras.
É a partir dos sinais acima citados que pais, professores e profissionais ligados às crianças devem ficar atentos para quanto antes poder diagnosticar o problema e assim poder tratá-lo. Quanto ao tratamento não há só um, mas se prioriza a melhora na fala e leitura, com desenvolvimento de vocabulário e melhoria da compreensão. É muito importante para o disléxico ajuda e apoio dos pais, familiares, amigos e professores. Porém é importante que a criança seja ensinada por professores capacitados, caso contrário pode agravar ainda mais o problema de dislexia da criança. A dislexia tem cura, só é preciso diagnosticar o mais breve possível e tratar de maneira correta.
A comunicação acontece sempre quando pelo menos duas pessoas se encontram. Porém, sempre que um dos lados não compreende, a comunicação se frustra. Valendo-se disso, pensa-se nos deficientes visuais e no seu rendimento escolar. Faz-se extremamente necessário numa sala de aula que tenha um aluno com deficiência visual que se busque meios diferentes para que este também possa chegar ao conhecimento. Insere-se no grupo também alunos com baixa visão e que muitas vezes acabam passando despercebidos em sala.
Os casos acima citados necessitam de atenção especial e para isso o professor precisa atuar diferente em sala de aula. Os recursos visuais para estes casos tornam-se inapropriados e devem ser substituídos por outros meios. A ação de mostrar e apontar, nesses casos, não pode ser percebido.
A utilização de recursos apropriados para alunos com distúrbio de aprendizagem e com deficiência visual torna-se imprescindível em sala de aula. O aluno só é capaz de aprender se o mesmo é capaz de entender o que se passa. Para isso, o papel do professor como mediador do conhecimento é indispensável em sala de aula, e este precisa estar preparado para isso.
Os problemas enfrentados por tais crianças serão minimizados com um acompanhamento adequado de profissionais competentes e capazes de ajudar na solução destes casos. Capacitação adequada, sabendo como agir e o que fazer nos momentos de dificuldade são meios indispensáveis que devem ser utilizados pelos pais, professores e profissionais ligados a estas crianças que apresentam distúrbios de aprendizagem e deficiência visual.
Todas as crianças são capazes de aprender e o que precisam para isso, frente às dificuldades, é apoio e atenção especial. Cabe a todas as pessoas ligadas a elas estarem preparadas para ajudá-las.
(Escrito por Vânia em 2009)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

TERREMOTOS

VENDO O DESASTRE QUE ACONTECEU NO HAITI ACHEI INTERESSANTE PUBLICAR SOBRE O ASSUNTO. ATÉ PARA PODERMOS ENTENDER MELHOR ESSA GIGANTESCA FORÇA DA NATUREZA.

O que são terremotos e como se mede sua intensidade?


As placas tectônicas se movimentam e o choque entre elas provoca os terremotos

Terremotos ou sismos são vibrações na crosta terrestre provocadas pela movimentação de placas tectônicas presentes na litosfera, logo abaixo da superfície da Terra. Essas placas deslizam lenta e constantemente sobre uma camada de magma chamada astenosfera. Os movimentos delas são também responsáveis pela deriva dos continentes e pela formação de montanhas e vulcões. O atrito entre as placas gera uma energia em potencial que, quando liberada, provocam vibrações que se propagam pela crosta, causando os abalos sísmicos. Há duas formas de medir a força dos tremores: pela sua magnitude e pela sua intensidade. "A primeira está associada com a energia liberada pelo terremoto, enquanto a segunda é o efeito causado por ele na superfície da Terra", explica Célia Fernandes, geofísica e técnica em sismologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). "Para medir a energia liberada pelo sismo, utilizamos a escala Richeter, e para avaliar seus efeitos, utilizamos a escala Marcalli-Modificada", complementa.

A escala Richter foi desenvolvida em 1935 na Califórnia, Estados Unidos. Ela é calculada a partir dos sismogramas (registros dos sismos) produzidos pelos sismógrafos, aparelhos que possuem sensores de vibração que monitoram a movimentação da superfície onde estão localizados. Cada unidade de magnitude representa uma energia liberada dez vezes maior que o grau anterior, ou seja, um terremoto de 4 graus na escala Richter libera uma energia dez vezes maior que um terremoto de 3 graus. Não há limites nessa escala. "Ela é aberta, isto é, vai desde menos infinito até mais infinito", afirma Célia. "O terremoto de maior magnitude já registrado foi no Chile, em maio de 1960. Sua magnitude foi de 9,6". Abaixo de 2 graus, os tremores são praticamente imperceptíveis.

Já a escala Mercalli, que mede a intensidade dos terremotos, foi proposta pelo vulcanólogo italiano Giuseppe Mercalli em 1902, e alterada em 1931, quando passou a ser chamada de Mercalli-Modificada. "Ela possui 12 graus indicados por algarismos romanos de I a XII. A intensidade não é calculada, apenas se observam os efeitos que o sismo causou na superfície, ou seja, é uma medida qualitativa dele", explica a especialista, que mostra como a escala funciona no quadro abaixo:

ESCALA DE INTENSIDADE MERCALLI-MODIFICADA (ABREVIADA)

I. Não sentido.
II. Sentido por pessoas em repouso eu em andares superiores.
III. Vibração leve. Objetos pendurados balançam um pouco.
IV. Vibração como a causada pela passagem de caminhões pesados. Chacoalhar de janelas e louças. Carros parados balançam.
V. Sentido fora de casa. Acorda as pessoas. Objetos pequenos tombam e quadros nas paredes se movem.
VI. Sentido por todos. Deslocamento de mobília. Louças e vidros se quebram. Queda de objetos. Rachadura no reboco de casas
VII. Percebido por motoristas dirigindo. Dificuldade em manter-se em pé. Sinos tocam em igrejas, capelas etc. Danos, como quebra de chaminés, ornamentos arquitetônicos e mobília; queda de reboco; rachaduras em paredes, algumas casas podem até desabar.
VIII. Motoristas de automóveis sentem o tremor. Galhos e troncos se quebram. Rachaduras em solo molhado. Destruição de torres de água elevadas, monumentos, casas de adobes. Danos severos a moderados em estruturas de tijolo, casas de madeira (quando não estão firmes com fundação), obras de irrigação e diques.
IX. Solo rachado, como "crateras de areia". Desabamentos. Destruição de alvenaria de tijolo não armado. Danos severos a moderados em estruturas inadequadas de concreto armado e tubulações subterrâneas
X. Desabamentos e solo rachado. Destruição de pontes, túneis e algumas estruturas de concreto armado. Danos severos a moderados de alvenarias, barragens e estradas de ferro
XI. Distúrbios permanentes no solo
XII. Danos quase totais

Apesar de existirem formas de medir a força dos terremotos, eles ainda não podem ser previstos pelos cientistas. "Esse é um dos grandes objetivos da sismologia", afirma Célia Fernandes. Atualmente a região que possui a maior quantidade de sismos é a que circunda o Oceano Pacífico, desde o sul do Chile até a Nova Zelândia, passando por vários países da América do Sul, Central e do Norte, além do Japão.
(Revista Nova Escola)

Gibis podem ser usados em sala de aula? Como?

Voltando ao tema da leitura na escola,achei legal e importante a resposta da pergunta abaixo. Vale a pena ler e refletir sobre o tema...


Gibis podem ser usados em sala de aula? Como?

Sim. As histórias em quadrinhos são boas ferramentas de incentivo à leitura, seja lá qual for a idade do leitor. A associação de textos e imagens torna o ato de ler mais atraente e os elementos gráficos (como os balões e as expressões faciais dos personagens) facilitam a compreensão da trama. Como abordam variados temas – aventuras espaciais, convivência entre animais etc. –, permitem que professores de diferentes áreas trabalhem com um amplo leque de informações. Enredos de ficção científica, por exemplo, podem ser o ponto de partida para o debate de assuntos relacionados à disciplina de Ciências. O importante para usá-los corretamente é criar a estratégia adequada, combinando as especificidades do conteúdo, o tema da história e as características dos estudantes (a faixa etária, o nível de conhecimento e a capacidade de compreensão).

(Revista Nova Escola)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O MENESTREL (William Shakespeare)

Este vídeo é muito bom para refletir...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

PRA ASSISTIR E SE DIVERTIR UM POUCO...



O compromisso da escola na formação do leitor


Estou lendo um livro com o título “Língua Portuguesa: o compromisso da escola na formação do leitor” e refletindo sobre o assunto, começo a me perguntar: qual é o compromisso da escola na formação do leitor? O que é formar um leitor? É ensiná-lo a ler, decodificando signos, buscando fluência, entonação e rapidez e valendo-se disso para avaliar o aluno ou é ensiná-lo a ler criticamente, entendendo as entrelinhas de um texto?
Vale parar um pouco e pensar a respeito de tudo o que é feito desde o ingresso da criança no ambiente escolar. Primeiro se ensina às crianças a ler, e uma vez que aprendem o que se busca então? Além de fluência, entonação e rapidez? Ou a partir do texto faz-se ditado com palavras retiradas do próprio texto ou ainda questões óbvias para serem respondidas? E o que dizer da leitura feita somente para a avaliação? E onde é que fica o conhecimento?
São questionamentos aparentemente sem fundamento, não é mesmo. Pois é, mas não são. Precisamos desenraizar de que a leitura só serve para avaliação e nada mais. Precisamos fazer com que nossos alunos leiam por prazer, pela busca de conhecimento, para tirar dúvidas de assuntos não entendidos. Precisamos fazer com que nossos alunos leiam além das linhas do texto.
Mas, continuando a falar de assuntos abordados no decorrer da leitura que estou fazendo, o que dizer da concepção (que temos) que responsabiliza o aluno e sua família pelas dificuldades em relação à escola. Que atribui o fracasso escolar das crianças das camadas populares à falta de estimulação às privações vividas por essas crianças em seu meio cultural de origem. Em outras palavras, a criança não vai bem porque não tem estímulo em casa, porque os pais não auxiliam, porque a família não tem o hábito de leitura em casa, porque a criança não tem acesso a jornais, revistas, internet e que por isso a criança não lê bem, não aprende bem. Fico me perguntando quanto disso é real, quanto disso pode ser considerado certo.
Enfim continuo, ressaltando um pequeno trecho que me fez parar e refletir: “Como ressalta Bordenave (1999), desde o pré-escolar até o segundo grau, a disciplina de comunicação e expressão deveria receber maior ênfase constituindo-se no eixo central de todo currículo”. COMUNICAÇÃO e EXPRESSÃO. Acho que não preciso dizer nada.
Palavras e expressões fortes como visão de mundo, transformação social, construção e reconstrução, significado, entre outras deve ser o eixo de nossa atuação em sala de aula. E ainda outra frase do mesmo autor citado acima: “Deseja-se colocar o poder da comunicação a serviço da construção de uma sociedade onde a participação e o diálogo transformador sejam possíveis”. (palavras grifadas por mim).
Bom, não terminei de ler o livro, e adiante temas como hábito de ler, gosto pela leitura, paixão pelos livros, formação do aluno leitor são parte de alguns questionamentos que me faço e que busco respostas. (E espero encontrar).
(Livro do curso da ACAPED)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

COLAR NA GELADEIRA


COLAR NA GELADEIRA
Luis Carlos Prates

Aqui temos mais um ótimo texto de Luis Carlos Prates sobre Educação, publicado no Diário Catarinense de 11 de janeiro de 2010. Agora que estamos quase iniciando mais um ano letivo é importante para pais e filhos.

Tenho ouvido muitos pais e mães chorando as pitangas na televisão. Queixam-se dos aumentos pesados que vão ter que pagar este ano para manter os filhos em escolas particulares. São pessoas pobres, da classe média, dão um duro danado para dar aos filhos um bom colégio, fazem o silencioso esforço que os pais costumam fazer quando se preocupam com a instrução dos filhos.

Mas não é dos pais que quero falar, é dos filhos. Vem aí o ano letivo. Tinha me prometido evitar este assunto, afinal, cuido dele há muitos anos, fico aborrecido com a chatice da repetição. Mas me dou conta de que se ficar quieto, vou dar força aos mandriões, aos vadios, aos molengões das desculpas...

Vou repetir o que já disse à exaustão: nenhum filho ou filha terá desculpas no fim do ano para os fracassos de que eventualmente venha a ser protagonista no colégio. Todos os alunos vão partir da mesma linha de largada, o negócio é tratar de estudar, de ter vergonha na cara, de justificar o esforço dos pais. Pais que, muitas vezes, se sacrificam em desespero para não deixar faltara os filhos o bom colégio. É obrigação dos filhos estudar.

Estudar com intensidade, no mínimo três horas de estudos em casa após as aulas. E isso todos os dias, chova ou faça sol, domingos e feriados, aniversário do vovô ou da mãe Joana que seja...

Filho ou filha que vê os pais se esfalfando, dando duro para pagar as mensalidades da escola e que vai para o colégio só para folgar, para bancar idiota, para mandar torpedinhos para gurias e guris bocós, gurias sem graça e bermudões que não sabem se lavar, está brincando com o esforço dos pais.

Te flagra, cara, sentar lá atrás e ficar de risinhos bobos, ou as gurias ficarem de segredinhos e frivolidades de tolas, é coisa de gente trouxa, nunca de espertos.

Espertos estudam, leem, chegam na hora certa, cumprimentam os professores, fazem os deveres, prestam atenção, vestem-se como gente e não como essas hordas que andam pelos shoppings, pobre gentinha que forma a multidão dos iguais.

Preocupar-se com a grife da mochila ou com roupinhascor-de-rosa, saltões de pata de bode, argolões nas orelhas, barriga à mostra, tatuagens estúpidas, bermudões, bonés virados, isso tudo é coisa de trouxa que pensa que está na onda. Está nada.É não esquecer que bom filho, filha, estuda, respeita o esforço dos pais, não rasga o dinheiro deles fazendo bobagens enquanto está na escola. O aviso foi dado, ser grato aos pais, ser esperto é decisão sua, guri, guria.

sábado, 2 de janeiro de 2010

À revolução, já!


Ao ler o DC(Diário Catarinense) e a coluna de LUIZ CARLOS PRATES de 2 de janeiro de 2010 não se pode deixar de lado o que ele tão maravilhosamente escreveu relacionado à educação.

À revolução, já!

Ano novo, vida nova? Devia ser. Devia, mas não é. A vida para as pessoas comuns, do povo, é uma chatice danosa e irremediável. Só os inteligentes, os apurados da mente se renovam, cortam velhos e desgastantes hábitos e assumem novas e boas posturas. E como esses, os inteligentes, são raros, dá nisso que anda por aí...

Tive algumas horas livres nestes últimos dias. Livres é modo de dizer. Não tendo o que fazer, fui às minhas caixas de sapatos, onde guardo o que de mais significativo tiro das leituras diárias dos diversos jornais que me cruzam as retinas.

As caixas são divididas por assuntos. Fui direto à caixa dos assuntos educacionais, escolares. Meu instinto de destruição só me podia levar a essa caixa. Nesse tipo de arquivo só tenho o que de mais repugnante existe nas questões de educação, ensino, disciplina etc.

Pus a mão no “escuro”, o que viesse da caixa de recortes eu leria. Nada que prestasse. Tirei uma reportagem cujo título era este: Insolência e humilhação afastam os professores das salas de aula.

Reportagem do jornal Zero Hora, de Porto Alegre. Podia ser daqui a reportagem, seria igual, podia ser de qualquer cidade do Brasil, que seria tudo igual...

Li a história de um professor que encerrou a carreira, desapontado, sem apoios, deixado sozinho na rua do desamparo em que hoje vivem os nossos professores.

Antes de contar do que aconteceu ao tal professor, deixe-me fazer uma pergunta à leitora inteligente e que, aposto, não reza pela cartilha do politicamente correto e menos ainda se deixa levar pela nauseabunda pedagogia do amor.

A pergunta é a seguinte: de quanto a quanto vão as notas dadas pelos professores aos alunos numa prova? Exatamente, vão de zero a 10. Quer dizer, o zero significa que o aluno não acertou uma só questão. Dez quer dizer que acertou tudo, todas. Certo? Tão certo quanto o sol do meio-dia.

Pois a história conta de uma guria que entregou a prova em branco, a burra não sabia nada. Ganhou zero, claro.

Ao receber a nota da prova, ergueu-se da cadeira e chamou o professor de puto. Achou pouco, chamou-o de pedófilo. E o professor não é nem uma coisa nem outra, é professor exigente, bom pai, bom marido, jovem, um sujeito tranquilo. Teve que sair da escola, ninguém lhe deu apoio e ainda ouviu críticas, onde já se viu dar zero...

Na minha escola a burra não apenas ganharia zero como seria tirada da sala de aula pelos cabelos. Quando os professores começarem a fazer isso, tudo vai mudar. E para melhor. À revolução. E já, em março...